Sinto-me presa
na arvore sefirotica do tempo,
amarras existenciais
como estacas de espinhos aguçadas
que penetram na pele, perfuram a carne,
qual toro ensanguentado na arena
que investe no nada,
assim sinto que sou.
São as masmorras da vida,
grilhetas presas nos pés descalços
que não deixam caminhar,
choupana mal erigida
que não deixa sonhar,
sou acolito de mim
mancha que a vida lançou
e o tempo moldou
poema e fotos-Luna





















