

Quando nos identificamos seja com pessoas, coisas, ideias, a nossa consciência fica adormecida, a consciência é o Ser, a alma, o budata, pouco importa o nome, é a nossa parte mais pura, quando nos identificamos com algo perdemos a vigília, esquecemo-nos de nós do ser, e entregamo-nos aos quereres, aos egos, vivemos fascinados pelo mundo que nos cerca, pela beleza, pela perfeição, pelo material, e em especial com os problemas diários, mas com os problemas temos o eu do temor sempre activo, e este mantém as dificuldades mais dinâmicas, quanto mais pensamos maiores se tornam, é o medo da vida, da morte, os problemas financeiros, as calunias, os escândalos, os familiares, enfim não acabam,mas, se pensarmos que tudo passa, o que hoje parece não ter solução dentro de algum tempo faz parte do passado, se não sucumbirmos, se não nos identificarmos com essa questão vai ser mais fácil a resolução, quando assistimos a um problema que não é nosso a solução é mais fácil as ideias aparecem e torna-se mais clara a resolução, então talvez seja bom analisarmos tudo o que nos rodeia como espectadores, como assistindo a um filme em que somos simples actores, Se estivermos sempre atentos á não identificação fazemos a nossa vida e a dos que nos cercam um pouco mais fácil.
poste e fotos- Luna